Após dar um tempo no futebol para estudar, ex-jogador do Baraúnas tenta reativar carreira

Foguinho chegou no Baraúnas por indicação de Joel Cornelli (Foto: Alcivan Costa)

Foguinho chegou no Baraúnas por indicação de Joel Cornelli (Foto: Alcivan Costa)

Desde que deixou o Baraúnas, em março, a temporada 2014 para o volante Matheus Foguinho se resumiu apenas a dois meses em campo.

Reforço do Taubaté-SP para a disputa da Série A-3 do Paulistão, Foguinho desembarcou no antigo clube restando nove rodadas para o término da competição.  Como a equipe acabou não conseguindo o objetivo que era a classificação, houve o desmanche do elenco. Com isso, Matheus retornou a Canoas-RS, sua cidade-natal. 

Há cinco meses sem jogar, Foguinho revelou que, naquele momento, decidiu dar férias a sua carreira de jogador, e prosseguir com outros objetivos na sua vida. 

– Recusei algumas propostas nesse semestre para voltar a estudar. Também decidi estruturar minha família, investindo parte do dinheiro que consegui no Taubaté, na construção de um salão de beleza para minha esposa, e hoje ela pode viver melhor com minha filha. Agora posso sair tranquilo– afirmou.

Durante esse período, Matheus contou que também passou a trabalhar em uma corretora de seguros, pertencente a um tio, e como Personal Trainer durante a noite, o que  o ajudou a manter o  condicionamento físico.

Com o ânimo renovado, Foguinho espera encontrar um novo clube para trabalhar. Segundo ele, existe o interesse do próprio Taubaté no seu retorno, porém, ele admitiu estar em busca de ‘outros lugares’.

Questionado se ele se arrepende de ter trocado o Tricolor pelo Taubaté, e não ter disputado a Série D, Foguinho responde.

– Cara, ganhei um dinheiro legal. Foi muito importante para mim. Graças a ele, consegui ajudar minha família – disse.

Foguinho confessou que o Baraúnas ainda o deve. Mesmo assim, ele revela que isso não seria empecilho para uma possível volta ao Tricolor.

– Voltaria pela torcida, achei muito legal. As cobranças são fortes, mas quando estivemos bem eles nos ajudaram muito – finalizou.

Artur Rebouças/F9.net.br

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