Atletas da Sadef representam o RN no Regional de Bocha

Foto divulgação

Serão 73 atletas de 5 Estados do Nordeste – Bahia, Ceará, Paraíba e Pernambuco, além dos anfitriões, os potiguares.

O Campeonato Regional de Bocha vai reunir todo esse pessoal, esse fim de semana (sexta e sábado, às 9h30), em Natal, no Colégio das Neves.

A Sadef – Sociedade Amigos do Deficiente Físico, entra na disputa com 7 atletas. Nessa reta final, os treinos foram intensificados.

“Treinamos 4 dias por semana, 2 horas por dia. Nossa rotina foi direcionada aos fundamentos e regras do bocha, ou seja movimentação de boxe, colar, abrir e fechar, além de parar de arremessar  os bocha, caso não haja necessidade”, conta o técnico da equipe de bocha da Sadef, Alexsandro Raimundo da Silva.

A competição é organizada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (Ande), e é a mais importante dessa modalidade no Nordeste. Até porque é seletiva para o Campeonato Brasileiro, que acontece no fim do ano, em São Paulo, com a participação dos melhores atletas da bocha do país. Na etapa de Natal, os 3 melhores em cada categoria tem vaga garantida no Brasileiro.

“Nossa equipe ainda está em formação. Mas acredito que alguns dos nossos jogadores vão dar trabalhar, e chegar pelo menos às fases eliminatórias”, avalia o técnico da Sadef.

Atletas da SADEF/RN

Marcela Xavier de Lira BC1

Stefani Maria Inacio BC1

Marcos Rodrigues Marinho s/classe

José Amaro da Silva Júnior s/classe

Higor Augusto de M. Nelson BC3

Nadia Nascimento de Oliveira s/classe

Ursula Maria Varela Leocardio s/classe

Sobre a Bocha

A Bocha é considerada a modalidade mais “democrática” entre as do paradesporto, já que é acessível inclusive para pessoas com grau severo de comprometimento motor. Ela pode ser jogada individualmente, em duplas ou em equipes, e é mista – homens e mulheres competem juntos e igualmente. A bocha está presente em mais de 50 países em todo o mundo.

Regras

São 13 bolas – seis azuis, seis vermelhas e uma branca – todas confeccionadas com fibra sintética e cerca de 280g. O objetivo é aproximar o maior número de bolas coloridas da branca, que, é conhecida como Jack. Para isso, é preciso habilidade e eficiência, além, é claro, das técnicas e táticas adequadas. São quatro classes, de acordo com o grau da deficiência do atleta. Em metade delas, os atletas contam com a ajuda de um auxiliar.

Liziane Virgílio

ANUNCIE AQUI!
ANUNCIE AQUI!
ANUNCIE AQUI!
ANUNCIE AQUI!
ANUNCIE AQUI!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

2 + catorze =