Agora é para valer!

Neste fim de semana, sábado e domingo (23 e 24 de janeiro de 2016), teremos o início de mais um campeonato norte-riograndense de futebol profissional, no qual serão apenas oito equipes participantes, devido à desistência do Santa Cruz de Inharé e o Corintians de Caicó, alegando falta de condições financeiras.

Dentre as equipes participantes estão relacionadas nossos dois representantes Potiguar e Baraúnas; ABC, América e Alecrim de Natal; Palmeira de Goianinha; Globo de Ceará-Mirim; e a equipe do Assu, que retorna a elite do nosso futebol depois de disputar a segunda divisão, sagrando-se campeã.

Teremos um campeonato onde seus participantes tiveram um planejamento um pouco abaixo do esperado em relação a investimentos, desde a busca dos seus treinadores como também em relação aos atletas desconhecidos do nosso futebol.

Ano de eleições nos clubes para escolher seu novo presidente, e era clara a insatisfação do torcedor cobrando mudanças, acontecendo as mesmas em sua maioria. Observamos que com a gestão de novos dirigentes, na maioria dos clubes houve uma mudança radical no quesito formação do grupo, atletas super valorizados não se vê em nenhuma equipe, como também a preocupação de um teto salarial, não inflacionando seus gastos.

Devido à participação frustrante de ABC, América e Globo no campeonato brasileiro das séries “B”, “C” e “D” respectivamente, os mesmos entram com a obrigação da conquista do campeonato de 2016, para tentarem recuperar diante do seu torcedor o prestígio, deixando para trás essa situação vexatória.

Já os nossos representantes também com reformulações e aquisição de jogadores desconhecidos do nosso torcedor, trabalham no intuito de trazer mais uma vez o título de campeão para a nossa cidade.

Acredito eu que Alecrim e Palmeira participarão apenas como coadjuvantes, ou seja, estarão na competição como “azarões”, irão utilizar no seu grupo atletas novos e da região que vão à busca de um espaço dentro do mercado futebolístico.

Aí sim, duas esquipes que também acredito vir este ano de maneira convincente e forte na competição, serão o Globo como também o Assu, grupos formados mais cedo, trabalhos de treinamentos realizados há mais tempo, e que estarão à frente dos demais.

Creio eu que são concorrentes diretos e que poderão tirar o brilho de Potiguar e Baraúnas.

Os erros cometidos pelas equipes já perderam daqui para frente o seu espaço, o momento agora é de acertos, foco, determinação e grupo. Atletas deverão abrir mão de algumas coisas, para poderem ir em busca dos objetivos de todos: a conquista do título 2016.

Muitas quedas

O torcedor do Clube de Regatas Vasco da Gama andará por muito tempo de cabeça quente, aliás, não deu nem muito para esfriar, porque não tinha subido direito para a Série A do campeonato brasileiro, já volta mais uma vez para a Série B nesse ano de 2016 de forma melancólica, o qual permaneceu por inúmeras rodadas na parte de baixo da tabela. E não seria justo com as equipes que juntamente a “ele”, disputavam na última rodada (Coritiba, Figueirense e o próprio Avaí) para não caírem para a Série B, até mesmo porque foram as equipes mais regulares ao longo da competição em relação ao que o Vasco apresentou.

O que pode estar acontecendo com o Vasco? Pois dentro de um período de oito anos, o clube já foi rebaixado três vezes (2008, 2013 e 2015), é algo preocupante. Não podemos aqui jogar culpa só nos atletas, pois técnicos que por aí passaram (com exceção do Jorginho) não acrescentaram em nada para que não viesse acontecer a sua queda. Uma performance super negativa no 1° turno do campeonato quando o seu total de pontos conquistados foi irrisório, no qual disputou 57 pontos e conquistou apenas 13.

Ruins contratações de atletas e técnicos foram requisitos para o acontecido no ano de 2015, mas ao meu ver, o que mais influenciou o Vasco em deixar a Série A do campeonato de maneira desastrosa, foi o Sr. Eurico Miranda (presidente do clube), que já ultrapassado para o futebol e com sua arrogância, fez tudo de errado. A época em que mandava no nosso futebol acabou, pois o mesmo não se faz com palavras e sim com ações. Esperamos que em 2016 ele trabalhe de maneira convincente e consiga trazer o Vascão para onde não deveria ter saído.

O “respeito” não conseguimos ver, mas a queda aconteceu.

Até breve.

Estadual 2016

A Federação Norte-Riograndense de Futebol e as equipes decidiram para o campeonato de 2016 a volta de decisões de turnos e consequentemente de campeão geral. Corrigiu também um grande erro de competições anteriores, tendo duas equipes disputando apenas um turno, as quais as mesmas que somavam menos pontos, uma não jogava o segundo turno e a outra que somasse o menor número de pontos já seria rebaixada, algo que tiraria o direito dessas esquipes de disputar todo o campeonato e tentar sua recuperação ao longo da competição, ou seja, essas duas equipes jogaram apenas 50% da competição. Agora o último colocado de toda a competição será rebaixado.

A volta com decisões e não pontos corridos, as quais o primeiro colocado já seria o campeão somando a maior pontuação, traz de volta grandes emoções; públicos maiores que terão as rendas melhores; oportunidade de conquista a outros clubes, proporcionando justiça em relação às demais de poder aquisitivo mais baixo, cujo seu investimento em relação à formação do seu plantel é bem inferior aos considerados grandes (ABC e América) que partem na frente devido aos seus grandes patrocinadores, algo que muitos dos clubes do nosso estado não podem contar com essa renda.

Mesmo assim ainda fica algo no ar em relação ao estadual de 2016, sendo a forma dos jogos decisivos, já que os clubes do interior deveriam questionar também os seus direitos em condições de igualdade às equipes da capital.

As chances de conquista da competição por parte dos participantes, deixa acesa a possibilidade de mais uma vez uma equipe interiorana ser a campeã. E que assim seja.

Até breve!

Não é voleibol!

Hoje as polêmicas no futebol são sempre vistas pelos gramados, não só no Brasil, mas pelo mundo. A competitividade é enorme em busca da vitória e acaba colocando em jogo o caráter e personalidade de um atleta, muitas das vezes abaixo do resultado de uma partida. Em lances que acarretam negatividade por parte de jogadores, trazem-lhes a ganância de conquistar a todo custo três pontos, no que se refere a ganhar um jogo, aparecendo acima de tudo a hipocrisia, mostrada pelas imagens, ironizando até mesmo seus adversários.

Gostaria de mostrar em meu artigo para o caro leitor, jogadores que se utilizam de recursos inapropriados para tirar proveito dentro de uma partida de futebol, recursos esses: realizar defesas, até mesmo gols com as mãos ou realizar penalidades máximas (tiro livre) e não ter a consciência e honestidade de falar para a arbitragem que o erro foi cometido pelos mesmos.

Parabéns para Klose (jogador da Seleção Alemã) que em uma partida de futebol realizada pela sua equipe, em um lance que culminou em gol quando a bola bateu em sua mão, foi de uma personalidade incrível mostrando para o árbitro que o seu gol foi irregular. Enquanto que muitos outros jogadores de futebol fizeram vários gols pelo mundo utilizando as mãos e não tiveram o mesmo comportamento, como foi o caso do jogador da Ponte Preta, Alexandro, que na última rodada pelo campeonato brasileiro além de fazer o gol utilizando a mão, ainda chacoteou a equipe adversária.

“A honestidade de um jogador vale mais que o resultado de um jogo de futebol, seria bom que os jogadores usassem sua consciência em relação a atitudes dessa natureza.”

Até breve.

Será dessa vez…

Onde está aquela alegria, aquele prazer, belas jogadas, a criatividade, o improviso, enfim, a maneira encantadora e elegante de se jogar? A nossa escola de craques fechou?

É, estou falando da nossa Seleção Brasileira que há tempos não nos dá alegrias e muito menos satisfação naquilo que é determinada a fazer. Na Copa do Mundo de 2014 nos proporcionou decepções, na Copa América desconfiança, e agora nas eliminatórias para a Copa do Mundo na Rússia, incertezas. Como poderíamos encontrar o nosso futebol que há muito tempo não é apresentado.

Não podemos aqui crucificar apenas um (técnico), a responsabilidade é de muitos e, principalmente, dos jogadores que estão ali dentro das quatro linhas, jogadores esses que no meu humilde conhecimento, pouco importa hoje se são convocados ou não para a Canarinha.

O tempo passa e a maior razão de ser convocado para a nossa seleção é aparecer e ser reconhecido no mundo, tendo a possibilidade de ter o seu futuro garantido financeiramente, algo que hoje não mais é necessário, pois os selecionados já estão nos maiores centros do futebol mundial e por esse motivo não mais se vê a doação pela seleção do seu país.

Jogador se naturalizando em outros países para jogar nas respectivas seleções. Onde está ou fica sua pátria?

Jogar eliminatórias para uma copa, com seleções de futebol fraco (com todo respeito), entre elas que nunca participaram da mesma (Venezuela) e com seleção que quebrou em um só jogo vários tabus de 15 anos atrás (Chile), gera um descontentamento muito grande ao seu torcedor. Aliás, não vemos mais hoje a movimentação ou interesse por parte do torcedor brasileiro para assistir aos jogos da nossa seleção.

Aqui fica minha preocupação sobre a possibilidade da Seleção Brasileira ficar pela primeira vez fora de uma Copa do Mundo. Por ser brasileiro vou continuar acreditando que não, mas para isso acontecer falta muito dessa equipe, e esse muito se tem por pouco tempo para realizar. “Avante, Brasil.”

Até breve.

Do outro lado

Somos sabedores de quanto o futebol traz polêmicas, através dos seus dirigentes que sempre buscam recursos, muitas das vezes de maneira irregular para trazer benefícios a sua agremiação; dos torcedores que de uma forma ou de outra vibram ou se frustram com lances duvidosos durante um jogo em que sua equipe atua; por parte da imprensa, na qual as opiniões se divergem em relação apenas a um lance de uma partida ou mesmo a um jogo em um todo.

Gostaria de falar um pouco das polêmicas que envolvem a arbitragem. Em primeiro plano, relacionar os comentários de ex-árbitros (função criada há pouco tempo em relação à existência do futebol) que apontam erros da arbitragem atuante, e muitas das vezes, os próprios divergem de opiniões mesmo com recursos eletrônicos.

Devemos usar a inteligência e bom senso de que os erros por parte da arbitragem sempre vão acontecer, pois o tempo de reação para uma decisão que venha a ser tomada é muito pequeno, sem levar em consideração que existe a tal questão de interpretação por parte dos mesmos e que o regulamento lhe dá esse direito.

É certo que existem erros fatais que jogam fora todo um trabalho realizado em busca do sucesso, mas há de convir que no mundo do futebol, alguém já foi ou será beneficiado ou prejudicado pela arbitragem, proporcionando alegrias ou frustrações. Isso é um dos ingredientes que tornam o futebol contagiante e apaixonante.

Até breve.

Satisfação x Indignação

A equipe da 95 FM Esportes (TCM) em mais um trabalho ousado e competente, esteve no Rio de Janeiro para fazer a cobertura do jogo entre Flamengo e Vasco da Gama, um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, no qual grandes receios estavam a acontecer, pois estávamos indo para terras desconhecidas onde a desconfiança nos preocupava. Mas a ansiedade nos pregou surpresas agradáveis, desde a nossa chegada ao aeroporto, passagem pelo hotel e principalmente a ida ao Maracanã, pois a receptividade dos cariocas nos encantou, não poderia ter sido melhor.

No templo do futebol brasileiro (Maracanã), não poderia aqui deixar de relatar, fomos recebidos de maneira respeitosa por profissionais que ali trabalhavam, desde o portão para adentrar às instalações da arena até ao acesso das cabines da mesma. Houve acompanhamento para o acesso das cabines como também para o campo de futebol.

Gostaria aqui de mostrar a tamanha satisfação por parte da Equipe 95 FM Esportes (TCM), pela acolhida dos cariocas. É uma pena não poder dizer a mesma coisa em relação a nossa Arena das Dunas (Marinho Chagas), pois por várias vezes que nossa equipe chegou para trabalhar, ficávamos fora do portão a esperar devido à falta de organização e por funcionários que pensam ser os donos da mesma, além de demonstrar desprezo para tal função.

Com certeza a organização não tem conhecimento de fatos desagradáveis como esses e a nossa obrigação como meio de informação, e que faz parte da divulgação do esporte, não pode se calar a tal acontecimento.

Até breve.

Seleção Brasileira: O tempo passa e nada de diferente acontece

Fala-se muito na necessidade de mudanças na Seleção Brasileira e no nosso futebol em relação aos clubes. Já se passaram meses após a Copa do Mundo de 2014, em que nossa seleção foi presa fácil para seus adversários e anda longe do seu ideal, mesmo assim nada foi feito.

Dentro do maior campeonato realizado no Brasil, equipes de série “A” dando vexame e sem nenhuma perspectiva de recuperação dentro da competição, dirigentes de agremiações com interesses pessoais, dívidas de clubes jorrando como fontes de água, grandes técnicos que não buscam o seu engrandecimento e continuam parados no tempo, jogadores em que o patriotismo fica em segundo plano, apoio às categorias de base não colocado como prioridade. Enfim, poucos “craques” aqui formados já se vão para os donos do mundo da bola.

Tivemos a pouco tempo a Copa América, a qual mostramos mais uma vez incapacidade e decadência, diante de adversários que na nossa história nunca nos preocuparam e tiraram o nosso sono (Equador, Venezuela…), e que agora a preocupação de enfrentá-los era imensa. Onde está o maior futebol do mundo?

Para finalizar minha insatisfação com tudo isso, ainda temos um técnico na Seleção Brasileira que através das suas experiências realizadas frente a seleções sem expressão alguma, ainda deixa claro que possui diversas dúvidas em relação ao grupo. Se seleção é a escolha dos melhores e capacitados, ainda falta muito.

Até breve.

Apoio apenas nas vitórias

No futebol, desde muito tempo, observamos injustiças, falta de paciência e até mesmo de bom senso ao atleta que por vários jogos, atuando de forma dedicada e decisiva, traz as vitórias através de excelentes atuações e até mesmo como artilheiro com marcas históricas, trazendo felicidades aos estádios de futebol para milhares de torcedores, ovacionado sempre por eles.
No seu momento ruim, precisando ainda mais de apoio e tranquilidade, passa a ser no mínimo criticado e não é bem visto, resultando no esquecimento do que foi feito anteriormente e tendo sua permanência indesejada no grupo.
Não poderia deixar de falar também do responsável pela formação da equipe, o qual utiliza da Psicologia seu poderio em jogadas táticas, sistemas e acima de tudo, inteligência de poder conduzir um grande grupo que possuem pessoas com pensamentos e ações diferentes. Falo aqui do técnico de futebol em busca de conquistas, títulos e mesmo assim o reconhecimento por essas ações não são colocadas em prática quando sua equipe atravessa um momento delicado. Não há tempo para esperar uma nova retomada. Trabalho árduo, faça chuva ou sol, com problemas adversos (lesões e punições de atletas), nada disso pesa na hora em que é demitido.
Esse é o nosso futebol de uns tempos atrás até hoje. Na Europa é diferente, sendo notória a persistência com atletas e técnicos, pois a permanência dos mesmos é mantida por anos, muitos anos. Esse é um ponto em que temos que rever com urgência para o bem do nosso futebol.
Até breve.

Mossoró Esporte Clube. Cabe mais um?

O MEC (Mossoró Esporte Clube), mais um representante do futebol mossoroense, busca há algum tempo, tornar-se uma terceira força do futebol local. Primeiro, na década de 1990, com o profesor Gilberto Ferreira. Agora, em nova versão, sob o comando do ex-presidente do Baraúnas, João Dehon. Para isso, disputa a segunda divisão, onde não faz boa campanha.

Mas a questão é outra. Desde que anunciou sua inserção na divisão de acesso potiguar, muitos tem se perguntado: será que é possível a manutenção de três equipes profissionais em Mossoró?

Particularmente, acredito que não, pois se com dois representantes, Potiguar e Baraúnas, as dificuldades são enormes devido à falta de apoio de patrocinadores; questões de receitas próprias que não são geradas; dependências de recursos gerados por órgão público, como é o caso da prefeitura da cidade; e principalmente a necessidade de dirigentes que arregacem as mangas da camisa e se dediquem ao futebol como se fosse a sua própria empresa.

Gostaria de ver um dia nosso futebol como realmente deveria ser: PROFISSIONAL.

Sobre o F9

A partir de Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, escrevemos sobre esportes, com ênfase para o futebol, nossa maior paixão. Notícias, vídeos, tabelas, opinião e tudo o mais que nos move pela estrada da informação esportiva. Somos uma equipe apaixonada pelo tema e compromissada com a verdade.